A cantora Alanis Morissette se apresenta no Lollapalooza neste sábado (29) e horas antes do show, às 20h10, vem sendo aguardada com animação por fãs na grade do palco Samsung Galaxy.
No Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP), alguns fãs foram entrevistados para entender a expectativa para a apresentação, revelando histórias bem curiosas envolvendo a artista canadense.
Usando uma camiseta de fã-clube da artista, a psicóloga Joice, 34, demonstra sua preferência no segundo dia de festival. Para curtir o evento, ela chegou acompanhada da nutricionista Alanis, 27, que foi batizada assim em homenagem à cantora.
Joice explicou que as duas se conheceram em um aplicativo de relacionamento e que decidiu dar match na parceira após ver que ela tinha o nome da artista que sempre admirou. Alanis, por sua vez, conta que nasceu nos anos 1990, no período em que a artista estava em auge. “Tocava muito na rádio. Um dia, indo para o exame de ultrassom, meus pais ouviram a música da Alanis. E falaram: se for menina, então vai ser Alanis”, relata, completando que os pais descobriram o sexo do bebê no mesmo dia.
Após ser batizada com o nome da estrela, a nutricionista conta que virou fã. Joice disse que conheceu o trabalho de Alanis Morissette nas aulas de inglês com uma professora e, com a influência, também acabou virando fã.
A professora Regiane Marcondes, 50, sempre vai aos festivais ao lado da filha Isadora, 23, mas desta vez o evento está sendo ainda mais especial pela oportunidade de ver os shows de dois ídolos diferentes que ambas admiram. Enquanto Regiane anseia ver o show de Alanis pela primeira vez, Isadora vê a oportunidade de apresentar o cantor Shawn Mendes, que também se apresenta hoje, para a mãe. “É a primeira vez que eu vejo a Alanis na minha vida. Estávamos tão ansiosas, que nem dormimos direito”, conta Regiane.
Alanis já inspirou mestrado
No começo da tarde, o biólogo Fabrício Magalhães, 27, já tinha garantido seu lugar na grade da artista, da qual ele diz ser fã desde os 18 anos. Ele contou que “Jagged Little Pill”, de 1995, é um dos álbuns mais importantes de sua vida e inspirou a epígrafe do tema de seu mestrado. Apesar de ser sua segunda vez acompanhando a cantora em São Paulo, Fabrício garantiu que vai permanecer na grade para ter a chance de ver a estrela de pertinho.




