Primo dos filhos mais velhos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Leonardo Rodrigues de Jesus, o Léo Índio, afirmou em entrevista a uma rádio que viajou para a Argentina após se tornar réu no processo que investiga um possível golpe de Estado.
Ele alegou ser “perseguido” pelo STF.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu um prazo de 48 horas para que a defesa de Léo Índio esclareça se ele está fora do Brasil.
Na entrevista concedida a uma rádio do Paraná, o primo dos filhos de Bolsonaro mencionou em diferentes momentos que estava na Argentina.
Ele explicou como funciona o processo de entrada no país para brasileiros que respondem à Justiça por envolvimento nos supostos atos golpistas.
Segundo ele, ao chegar ao país, procurou a Comisión Nacional para los Refugiados (Conare), órgão responsável pela regularização de refugiados na Argentina.
“Como que funciona o processo das pessoas que vêm para a Argentina? Nós somos direcionados ao Conare, que é um órgão similar que existem nos municípios. Em cada município aqui tem um Conare que recebe as pessoas de fora”, disse Léo Índio.
Ele explicou ainda que os brasileiros precisam apresentar documentação e justificar o motivo da estadia na Argentina.
Léo Índio afirmou ter declarado que sofre “perseguição política e injustiças” por parte do STF.




