A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) ainda não definiu um substituto para o técnico Dorival Júnior, demitido na última sexta-feira (25), após sofrer uma goleada contra a Argentina pelas Eliminatórias da Copa.
Um dos nomes cotados para assumir o cargo na Seleção é o do treinador português Jorge Jesus. O técnico do Al-Hilal tem contrato até junho deste ano, quando começa o Mundial de Clubes.
Segundo o jornalista Bruno Andrade, de Portugal, Jorge Jesus está disposto a abrir mão de disputar a competição pelo clube saudita, em busca do sonho de treinar o Brasil.
“Jorge Jesus já avisou que passou a trabalhar agora com a prioridade de disputar apenas a fase final da Liga dos Campeões da Ásia, entre abril e maio, além das rodadas finais da Liga Saudita”, afirmou Bruno Andrade.
Além de Jorge Jesus, a CBF analisa o nome do treinador Carlo Ancelotti, desejo antigo do presidente da entidade, Ednaldo Rodrigues.
Segundo o jornalista Bruno Andrade, JJ sabe da concorrência pelo cargo na Seleção Brasileira.
“Jesus sabe que não é o único na lista de alvos do Brasil, por isso, quer facilitar o máximo possível uma eventual negociação para deixar o comando do Al-Hilal”, disse o jornalista de Portugal.
Outro ponto que conta a favor de Jorge Jesus é a resolução da multa rescisória, em caso de saída antecipada do clube saudita.
Existe uma cláusula no contrato do português em que o valor da rescisão diminui conforme a proximidade com o fim do contrato, em junho.
Apesar de ainda não ter recebido um contato da CBF, a operação poderia acontecer a partir de maio, quando as cifras do término do vínculo com os sauditas seriam bem menores.
Com isso, Jesus “levaria vantagem” em relação a Ancelotti, que tem contrato com o Real Madrid até 2026.




