A investigação da Polícia Federal (PF) que culminou na operação desta quinta-feira (10) contra o prefeito de Sorocaba, Rodrigo Manga (Republicanos), começou em 2022.
A apuração começou com suspeitas de fraudes na contratação de uma Organização Social (OS) para administrar, operacionalizar e executar ações e serviços de saúde no município de Sorocaba.
Também foram identificados, segundo a PF, atos de lavagem de dinheiro, por meio de depósitos em espécie, pagamento de boletos e negociações imobiliárias.
Com base no inquérito da PF em São Paulo, a Justiça autorizou que os agentes cumprissem 28 mandados de busca e apreensão nesta quinta-feira e determinou o bloqueio e a apreensão de bens dos investigados no valor de R$ 20 milhões.
Apurou que as buscas ocorrem na casa do prefeito, na sede da Prefeitura Municipal de Sorocaba, na Secretaria de Saúde, na residência do antigo secretário de administração e no diretório do Republicanos em Sorocaba.




