Cidadão dos EUA sequestra avião em Belize e é morto a tiros, diz polícia

Cidadão dos EUA sequestra avião em Belize e é morto a tiros, diz polícia

Um cidadão americano sequestrou um pequeno avião da Tropic Air em Belize, país da América Central, nesta quinta-feira (17) usando uma faca. Ele feriu outros três passageiros antes de ser baleado e morto, informou a polícia.

O agressor sacou uma faca enquanto o avião voava, exigindo que o voo doméstico o retirasse do país, informou o comissário de polícia Chester Williams a jornalistas.

O avião circulou o espaço aéreo entre o norte de Belize e a capital, Cidade de Belize, enquanto o sequestro estava em andamento e começou a ficar perigosamente sem combustível, disse o comissário de polícia.

O americano esfaqueou três pessoas a bordo, de acordo com Williams, incluindo o piloto e um passageiro que atirou no sequestrador com uma arma de fogo licenciada quando o avião pousava nos arredores da Cidade de Belize.

O passageiro foi levado às pressas para o hospital, assim como agressor, que morreu devido ao ferimento à bala.

Williams disse que não estava claro como o sequestrador embarcou no avião com uma faca, embora tenha reconhecido que as pistas menores do país não tinham segurança suficiente para revistar completamente os passageiros.

O agressor teve sua entrada no país negada durante o fim de semana, segundo a polícia. O avião deveria fazer o curto trajeto de Corozal, perto da fronteira com o México, até San Pedro, na costa. A polícia disse que não estava claro como o sequestrador chegou a Corozal.

As autoridades de Belize entraram em contato com a embaixada dos EUA no país para obter ajuda na investigação do caso. Luke Martin, assessor de imprensa da embaixada, disse a jornalistas que não havia detalhes sobre o histórico ou a motivação do sequestrador até o momento.

De acordo com informações divulgadas pelo aeroporto, o americano era professor nos Estados Unidos. Ele foi listado online como técnico de futebol americano na McCluer North High School, em Florissant, Missouri.

Um funcionário da escola disse à Reuters que o homem não trabalhava lá no momento.

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