Fortes chuvas no sudeste do Pará isolaram comunidades em Oeiras do Pará, levando o município a decretar emergência na segunda-feira (10) após danos significativos em áreas rurais e urbanas.
O decreto, assinado pela prefeita Gilma Drago Ribeiro (PP), classifica as chuvas como “anormais“, afetando serviços essenciais.
Um relatório da Defesa Civil detalha a destruição de bueiros, ruas e pontes, comprometendo a mobilidade entre comunidades rurais e urbanas.
O acúmulo de água também causou alagamentos e contaminação de poços, prejudicando o acesso a serviços de saúde e segurança pública.
O desastre impactou um número considerável de famílias, resultando em desabrigados e desalojados, além de perdas materiais em residências e estabelecimentos comerciais.
Moradores ribeirinhos também enfrentam prejuízos devido ao aumento do nível dos rios, agravado pelas chuvas intensas.
O sistema de saúde pública está em alerta máximo, com aumento de atendimentos por síndromes gripais e suspeitas de dengue, indicando um período epidêmico.
A prefeitura afirma estar prestando socorro imediato às famílias afetadas. Até o momento, a Prefeitura de Oeiras não se manifestou sobre as medidas específicas para garantir a segurança das famílias.
O decreto de emergência foi classificado como Tempestade Local/Convectiva – Chuvas Intensas, conforme as portarias nº 260/2022 e nº 3.646/2022 do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR).
A administração municipal espera que o decreto agilize o recebimento de recursos e apoio para enfrentar os desafios climáticos e restabelecer a normalidade no município.




