A Casas Bahia vai propor aos acionistas a inclusão de um novo artigo em seu estatuto que força o lançamento de uma oferta pública de aquisição de ações (OPA) em caso de atingimento de participação relevante na companhia.
Também conhecido como “poison pill”, o mecanismo visa evitar as chamadas “ofertas hostis” pela empresa. A Casas Bahia não possui um acionista controlador, cerca de 75% de suas ações estão livres para negociação, de acordo com seu website.
O chamado “plano de retenção e estabilidade” da varejista ainda inclui outras propostas, como a extensão do prazo mínimo de convocação para assembleias gerais convocadas em atendimento a solicitação de acionista, e será deliberado por acionistas em assembleia convocada para 30 de abril.
A proposta do conselho de administração da Casas Bahia foi aprovada em reunião de 26 de março, cuja ata foi divulgada à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) na tarde do domingo.




