Nos sete primeiros dias de vigência, o programa Crédito do Trabalhador – nova modalidade de crédito consignado para trabalhadores da iniciativa privada– ultrapassou R$ 1,28 bilhão em empréstimos até a quinta-feira (27).
O valor médio de empréstimo por trabalhador foi de R$ 6.623,48, com parcelas médias de R$ 347,23, distribuídas em um tempo médio de 19 meses.
Esse valor corresponde ao período entre 6h de sexta-feira (21) e 17h de quinta-feira (27), conforme dados da Dataprev repassados ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
Segundo os dados divulgados nesta quinta, foram firmados 193.744 contratos.
O secretário Executivo do MTE, Francisco Macena, afirmou que o volume mostra a necessidade de crédito para recuperar a saúde financeira. Mesmo assim, alertou que os empréstimos devem ser feitos com “calma” e sem “ansiedade”.
“É recomendável, inclusive, aguardar um número maior de instituições financeiras apresentarem suas ofertas”, pontuou.
“Além disso, esse volume de crédito demonstra a facilidade dos trabalhadores em lidar com o aplicativo da Carteira de Trabalho Digital, que oferece transparência e segurança nas operações”, comemorou.
As instituições financeiras avaliam o tempo de trabalho, o salário e as garantias nas solicitações de empréstimo. O trabalhador pode oferecer até 10% do FGTS ou 100% da multa rescisória como garantia, mas também tem a opção de não apresentar nenhuma.




