Bolsas no mundo tentam recuperação após retaliação da China; dólar sobe

Bolsas no mundo tentam recuperação após retaliação da China; dólar sobe

O Ibovespa e bolsas ao redor do mundo tentavam recuperação nesta sexta-feira (11), após uma nova escalada nas tensões comerciais entre Estados Unidos e China. Já o dólar à vista tinha alta, enquanto investidores também repercutiam dados de inflação e de atividade econômica no Brasil.

Às 10h28, o Ibovespa, referência do mercado acionário brasileiro, subia 0,01%, a 126.367,23 pontos.

No mesmo horário, o dólar à vista subia 0,40%, a R$ 5,9090 na venda. Mais cedo, a moeda norte-americana tinha caído mais de 1%.

A China aumentou as tarifas retaliatórias sobre as importações dos EUA de 84% para 125% nesta sexta. No Brasil, investidores também analisam o resultado do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que ficou em 0,56% em março, maior índice para o mês desde 2003.

Na quinta-feira (11), o dólar à vista fechou em alta de 0,89%, a R$ 5,8990.

Os principais índices de Wall Street caíam nesta sexta, à medida que investidores repercutiam o anúncio da China de aumentar as tarifas retaliatórias sobre as importações dos EUA de 84% para 125%.

Por volta das 10h30 (horário de brasília), o Dow caía 0,66%. Já os futuros do S&P 500 tinham queda de 0,53%, enquanto os futuros do Nasdaq caíam 0,35%.

Bolsas Europa

As bolsas europeias viraram para baixo, revertendo ganhos da abertura do pregão desta sexta-feira (11), após nova retaliação da China às tarifas dos EUA.

Por volta das 10h30 (de Brasília), o índice pan-europeu Stoxx 600 recuava 0,64%, a 484,14 pontos.

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