Discutir corte de tributação seria “fantasia”, diz secretário de Haddad

Discutir corte de tributação seria “fantasia”, diz secretário de Haddad

O secretário de Reformas Econômicas do Ministério da Fazenda, Marcos Pinto, disse nesta terça-feira (25) que eventual discussão sobre corte de tributação sobre empresas no Brasil significaria “cair no mundo de fantasia”, argumentando que embora a alíquota nominal vigente no país seja alta, os pagamentos efetivos são mais baixos do que em países desenvolvidos.

Pinto defendeu a proposta de reforma de IR do governo, que não altera a tributação nominal de 34% de IR e Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) de empresas, buscando compensar a maior isenção a pessoas físicas com uma taxação de remessas de dividendos ao exterior e uma cobrança mínima sobre pessoas mais ricas.

“Não adianta a gente querer discutir reduzir a alíquota de pessoa jurídica no Brasil porque a gente vai cair no mundo de fantasia”, disse o secretário em evento da Frente Parlamentar do Empreendedorismo.

“Quando a gente vai olhar a realidade do que pagam as empresas, é muito diferente, a alíquota efetiva brasileira está abaixo dos países desenvolvidos”, afirmou.

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