O presidente interino do PT, senador Humberto Costa (PE), disse nesta segunda-feira (24) que a reunião que realizou na última semana com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, simboliza que a legenda “vai permanecer como um aliado importante do governo”, da maneira que “esteve até agora”.
Ele avaliou, no entanto, que posições pessoais dos integrantes da sigla, que divirjam de ações do Executivo federal são “naturais”.
“O fato de que as pessoas, individualmente, aqui e ali, possam manifestar pontos de divergência do governo é natural”, disse.
Segundo ele, “o partido não é uma extensão do governo, ele está no governo, tem seu filiado principal como presidente, mas ele pode ter, e as pessoas podem ter opiniões pessoais sobre alguns temas”.
Dentre as pautas prioritárias para o PT, o senador destacou a isenção do Imposto de Renda (IR) para aqueles que recebem até R$ 5 mil e também o fim da jornada de trabalho 6×1.




