A taxa de inadimplência em instituições de ensino caiu mais de 2% em 2024, atingindo 20,36% em descumprimento de pagamentos. Os dados são de uma pesquisa da Sponte, realizada com 4 mil escolas brasileiras.
Em 2023, esse índice foi de 22,63% — o maior já registrado desde 2019, período pré-pandemia de Covid-19 no país.
Segundo o levantamento, todas as regiões do Brasil mostraram um cenário mais favorável para a educação privada, com taxas menores no ano passado.
A maior queda da inadimplência escolar foi na região Sul, saindo de 22,27% no ano anterior para 18,33%. A lista segue com as regiões Centro-Oeste (21,29%) e Nordeste (23,76%).
Segundo Ricardo Gonçalves, CEO da Sponte, a queda na inadimplência pode estar ligada à flexibilização de pagamentos e programas de renegociação de dívidas oferecidas pelas escolas, somada a outros fatores macroeconômicos.
Contudo, mesmo com a redução no índice de inadimplência nas escolas e uma visível recuperação, as taxas não se aproximam daquelas vistas no período de pré-pandemia.
Em 2019, a taxa era de 17,57%.




